Menina Mulher!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Insana
Engraçado perceber que hoje não me preocupo com o que me afligia ontem. Percebi que o que me tirava o sono, a fome e tumultuava meus pensamentos se foi. A situação em si continua, mas a forma com que lido com ela mudou. Ainda existem inquietações na minha cabeça, as borboletas fazem festa todos os dias na minha barriga, mas até acho isso natural para uma ansiosa de carteirinha como eu.
Sofro por antecipação, muitas vezes por situações que nem aconteceram, ou melhor, não acontecerão nunca.
Traço em minha cabeça cenas impublicáveis, rotas intrafegáveis, situações inimagináveis. E por mais legal que pareça isso tudo, na vida real não é engraçado, não se encaixa no dito normal. Muitas dessas “loucuras” produzidas pela minha mente mais do que fértil, chega a doer. Muito.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Coitadinha? Coitado!
Será que certos homens não desconfiam que as mulheres não caem mais em certas mentiras? Será que são tao burros para não entender que certas cenas estão totalmente batidas e tentar o “vai q cola” significa substimar a nossa inteligência?
Ai por favor nos poupem de tanta burrice. Joguem limpo. Se querem digam, mas se não, fica muito mais gentil nos proporcionar uma verdade, por mais doída que ela seja.
As mulheres aprenderam a mentir também, a fazer teatro, mas sabendo das armações tão fraquinhas e desprovidas de astúcia desses homens, fazem isso com muita habilidade. Não estou inventando nem achando nada, estou apenas declarando um fato verídico.
Os homens que mais se gabam da esperteza em ludibriar a “coitadinha” da mulher, é ou será, num futuro próximo o maior enganado.
Estou num dia especialmente azedo, ou estou azeda, num dia especial. Mas não estou nem de longe exagerando.
Num tempo, não muito lá atrás, as mulheres viviam chorando, se trancavam no quarto para aliviar a sensação que o estômago ia explodir, quando essas mentirinhas eram contadas, hoje não. Hoje a raiva é maior na constatação da mentira, ou da tentativa dela, mas ficar dias enterrada no edredon, jamais.
Na pior das hipóteses, ficamos o primeiro dia angustiadas, choramos, e sentimos ódio. Mas assim que finda esse primeiro dia de sofrimento, acordamos, tomamos um banho demorado para fazer com que a agua leve tudo o que está nos incomodando nos trocamos, ficamos lindas e começamos a mexer na agenda do celular e se não tiver nada interessante e que valha a pena ali é só marcar um barzinho com as amigas que o resto acontece.
E quando o idiota mentiroso ligar para tentar te enrolar, coloca no silencioso e continua sendo feliz.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Egoismo.
Quem sou eu para me sentir no direito de ficar magoada por atitudes tomadas pelas pessoas?
Quantas pessoas eu devo ter magoado? Sei que foram muitas. Algumas nem me dei conta na hora, vim saber bem mais tarde. Mas aí o peso é diferente, né?
“Ah fulano entende porque fiz isso” “beltrano sabe que sou assim, é meu jeito”.
É, supomos sempre que nossas atitudes serão entendidas e relevadas. Achamos que as pessoas sempre vão nos entender e por isso nem pensamos que elas também podem sofrer com determinadas atitudes que julgamos inocentes, mas que na verdade são egoístas e magoam.
Precisamos nos colocar mais na pele do outro, pois, só assim vamos sofrer menos quando nos sentirmos magoados. Sofro menos agindo assim, faço esse exercício de me colocar no lugar de quem está me magoando, tento entender porque age dessa forma e a dor diminui um pouco. É bem difícil. Mas é possível.
Estou trabalhando esse meu lado egoísta e confesso que já mudei muito. E gosto quando percebo as mudanças. Gosto de perceber que hoje erro muito menos que ontem. Consequentemente sofro e faço sofrer menos também.
Mas não é fácil e mudanças bruscas não perduram. É um “tijolinho” por dia, um pensamento modificado, muitos “bom dia” não respondidos, mas o que importa é a minha ação perante a vida, o que importa é que eu decido a maneira que vou viver. Não deixo um mal-humorado sequer abalar o meu dia. Quem sabe um dia ele retribui o meu “bom dia”, quem sabe a minha atitude positiva o contamine e o faça ver a vida pelo melhor lado possível, tenho esperanças porque acredito em mudanças, acredito em oportunidades e acredito em generosidade e bondade. Gosto de ver e sentir as mudanças acontecendo e o bem que elas proporcionam.
Ainda há tempo.
Quantas pessoas eu devo ter magoado? Sei que foram muitas. Algumas nem me dei conta na hora, vim saber bem mais tarde. Mas aí o peso é diferente, né?
“Ah fulano entende porque fiz isso” “beltrano sabe que sou assim, é meu jeito”.
É, supomos sempre que nossas atitudes serão entendidas e relevadas. Achamos que as pessoas sempre vão nos entender e por isso nem pensamos que elas também podem sofrer com determinadas atitudes que julgamos inocentes, mas que na verdade são egoístas e magoam.
Precisamos nos colocar mais na pele do outro, pois, só assim vamos sofrer menos quando nos sentirmos magoados. Sofro menos agindo assim, faço esse exercício de me colocar no lugar de quem está me magoando, tento entender porque age dessa forma e a dor diminui um pouco. É bem difícil. Mas é possível.
Estou trabalhando esse meu lado egoísta e confesso que já mudei muito. E gosto quando percebo as mudanças. Gosto de perceber que hoje erro muito menos que ontem. Consequentemente sofro e faço sofrer menos também.
Mas não é fácil e mudanças bruscas não perduram. É um “tijolinho” por dia, um pensamento modificado, muitos “bom dia” não respondidos, mas o que importa é a minha ação perante a vida, o que importa é que eu decido a maneira que vou viver. Não deixo um mal-humorado sequer abalar o meu dia. Quem sabe um dia ele retribui o meu “bom dia”, quem sabe a minha atitude positiva o contamine e o faça ver a vida pelo melhor lado possível, tenho esperanças porque acredito em mudanças, acredito em oportunidades e acredito em generosidade e bondade. Gosto de ver e sentir as mudanças acontecendo e o bem que elas proporcionam.
Ainda há tempo.
Acabou-se o que era doce 2
Amor acaba?
Se acabou, então não devia ser amor?
Parecia que era. Parecia que era para sempre aquilo que eu sentia.
Mas sumiu, desapareceu como fumaça e nem percebi. Não foi acabando aos poucos. Sei la,um dia me dei conta de que não sentia mais aquilo que me dava a melhor sensação do mundo. Nesse dia percebi que o beijo não tinha mais aquela volupia gostosa e apaixonada.
Sei que a tendencia da paixão é diminuir com o tempo e deixar aflorar o amor sereno que nos da segurança. Mas não foi o que aconteceu. Simplesmente acordei um dia e a a paixão tinha sumido, me deixando desnorteada e procurando aquilo que era tão bom.
Se acabou, então não devia ser amor?
Parecia que era. Parecia que era para sempre aquilo que eu sentia.
Mas sumiu, desapareceu como fumaça e nem percebi. Não foi acabando aos poucos. Sei la,um dia me dei conta de que não sentia mais aquilo que me dava a melhor sensação do mundo. Nesse dia percebi que o beijo não tinha mais aquela volupia gostosa e apaixonada.
Sei que a tendencia da paixão é diminuir com o tempo e deixar aflorar o amor sereno que nos da segurança. Mas não foi o que aconteceu. Simplesmente acordei um dia e a a paixão tinha sumido, me deixando desnorteada e procurando aquilo que era tão bom.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Mulher também "broxa"
Estranho usar essa palavra, queria poder trocá-la por outra menos agressiva, mas não me veio nada semelhante na cabeça no momento. Mas o que importa mesmo é que todo mundo vai entender.
Não sou médica e nem entendo a parte médica desse assunto, mas conheço na prática muitas situações e pessoas que me habilitam a escrever sobre esse tema polemico.
Quantas mulheres são tratadas pelo marido como frias, parece que não sentem desejo, mas que quando se separaram, ou até mesmo tendo uma relação extraconjugal, se surpreendem com elas mesmas e até acreditam que se “curaram” da suposta “frigidez” sempre comentada pelo marido.
As mulheres sentem tanto desejo quanto os homens. Se engana redondamente quem pensa o contrário. Apenas são muito detalhistas e vão se doar muito mais a quem as trate melhor. Não estou falando aqui de romantismo puro ou melações desnecessárias. A mulher pode não falar, mas tem uma percepção incrível quando o assunto é sexo.
Não adianta tratar a mulher o dia todo com indiferença e a noite achar que ela estará com desejo. E isso acontece muito, homens grossos, indiferentes, que passam o dia sem sequer se lembrar que tem mulher, seja por conta do que for, se ilude ao pensar que essa mulher vá querer manter uma relação sexual.
O homem pode conseguir separar sexo de amor, algumas mulheres incrivelmente conseguem essa façanha, que no meu entender é puramente masculina, mas a grande maioria das mulheres não separam de modo algum sexo de amor. Ela tem que estar envolvida emocionalmente para ter uma relação sexual de qualidade e satisfatória. E como sempre falo, a admiração da mulher pelo homem está intimamente ligada ao desejo.
O homem que trata sua mulher com carinho e demonstra se importar VERDADEIRAMENTE (já disse que a mulher é muito perspicaz) com ela, terá uma cama agitada todas as noites. Não como forma de pagamento, mas a mulher sente um tesão enorme por um homem assim e consequentemente se doa e satisfazem-se plenamente.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Coitado!
Homem vítima! Tem coisa mais insuportável?
Em tudo ele foi mal entendido, ele não queria magoar, ele não sabia que não era assim, ele não teve essa intenção, nada ele assume como sendo um erro dele, um deslize, um fora que seja.
As coisas sempre acontecem com o sujeito.
O carro ao lado do dele propositalmente o fechou, um cara virou no mesmo corredor do supermercado que ele, só para olhar para mulher dele. Insuportável.
Qualquer briga, por mais boba que seja, ele se vitimiza de tal maneira que consegue fazer com que quem esteja ao redor sinta pena e veja o quanto injustiçado ele está sendo.
Homens assim geralmente tem fama de bons moços por isso tentam a segurar a qualquer custo. Eles nunca dão bola fora. Se, aconteceu o que não devia, foi quando ele saiu para ir ao banheiro, estava com uma dor de barriga danada.
Se, mexeram onde não deviam, foi justamente aquela hora que ele não estava.
Esta sempre com alguma dor. Prevendo que algo possa dar “errado”, arruma uma muleta em alguma dor para poder se fazer mais uma vez de vítima.
Frases do tipo: “O errado sou sempre eu mesmo” não saem da boca do coitado.
Será que não ocorre a esses “homens coitadinhos” que essas atitudes não colam? Podem ate enganar aos menos avisados, mas não a todos? E a esses, a quem eles não enganam com esse papel de vítimas do mundo cruel, causam uma verdadeira repulsa?
Errar é humano. Faz parte do nosso dia a dia. Estamos aqui para aprender e ninguém aprende com os erros dos outros. Qual o problema em assumir?
Ninguém é perfeito.
Eu sonho com o dia em que vou te ouvir dizer, “ah desculpa aí, eu que me distraí e ralei a roda do carro” será um dia histórico!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Amor ao Próximo
Nada é tão forte quanto a delicadeza das palavras ditas de forma sinceramente amorosa.
A delicadeza derruba barreiras até então pensadas intransponíveis.
A suavidade do amor despretensioso nos faz caminhar por vidas supostamente perdidas, ajudando-as a se encontrarem, porque o que somos nesse mundo, senão instrumentos úteis no amor e ajuda ao próximo.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Frágil e Forte
Ele está mudando e posso ter certa parcela de culpa. Fui permissiva. Me doei desde que a paixão tocou meu coração. Me joguei de cabeça como aliás acho que é a única forma que conheço de ser quando amo.
Como amar, como olhar nos olhos da pessoa amada e beijar apaixonadamente sem me entregar por inteiro?
8 ou 80, esse é meu lema em todos os assuntos importantes na minha vida, não da para ficar em cima do muro ou com um pé em cada canoa ainda mais em se tratando de amor. Se gosto, gosto. Não faço nem admito joguinhos. Pego e me apego.
Meiga e Mulher. Uma combinação perfeita.
Costumo olhar nos olhos porque gosto que eles denunciem a minha vontade, meu desejo. Eles escancaram meus sentimentos, o que sinto e o que quero.
O lado ruim de ser assim é que ás vezes posso ser interpretada de forma errada. Posso passar a impressão de fraqueza. Sou frágil, mas não sou fraca.
Não vai me dominar e me transformar numa pessoa que não sou.
Sei ceder, posso ceder, mas mudar minha essência? Deixar de ser apaixonada e apaixonante? Jamais!
Como amar, como olhar nos olhos da pessoa amada e beijar apaixonadamente sem me entregar por inteiro?
8 ou 80, esse é meu lema em todos os assuntos importantes na minha vida, não da para ficar em cima do muro ou com um pé em cada canoa ainda mais em se tratando de amor. Se gosto, gosto. Não faço nem admito joguinhos. Pego e me apego.
Meiga e Mulher. Uma combinação perfeita.
Costumo olhar nos olhos porque gosto que eles denunciem a minha vontade, meu desejo. Eles escancaram meus sentimentos, o que sinto e o que quero.
O lado ruim de ser assim é que ás vezes posso ser interpretada de forma errada. Posso passar a impressão de fraqueza. Sou frágil, mas não sou fraca.
Não vai me dominar e me transformar numa pessoa que não sou.
Sei ceder, posso ceder, mas mudar minha essência? Deixar de ser apaixonada e apaixonante? Jamais!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Sede de Amor
Não fujo de viver momentos felizes e prazerosos com a pessoa que amo porque vez ou outra não deram certo. Alias o que é dar certo?
Isso é confuso e o romantismo nos deixam mais confusas ainda porque nos faz querer viver eternamente um conto de fadas. Mas um conto de fadas eterno deve ser chato pra caramba. E é exatamente por não vivermos histórias perfeitas é que somos impulsionadas a cada vez mais querermos momentos melhores. Apenas porque passamos por sofrimentos amorosos é que queremos sempre mais da vida. Conhecer o ruim é que nos faz sentir o que é bom. Isso não é ganância mas sim sede, sede de amor, de viver bem, ser bem tratada, sentir um friozinho gostoso na barriga, rir a toa quando recebemos aquela mensagem, a delicia que é mudar a voz quando falamos com o responsável pela nossa alegria matinal, responsável pela nossa vontade do beijo, do cheiro, da pele.
Isso é confuso e o romantismo nos deixam mais confusas ainda porque nos faz querer viver eternamente um conto de fadas. Mas um conto de fadas eterno deve ser chato pra caramba. E é exatamente por não vivermos histórias perfeitas é que somos impulsionadas a cada vez mais querermos momentos melhores. Apenas porque passamos por sofrimentos amorosos é que queremos sempre mais da vida. Conhecer o ruim é que nos faz sentir o que é bom. Isso não é ganância mas sim sede, sede de amor, de viver bem, ser bem tratada, sentir um friozinho gostoso na barriga, rir a toa quando recebemos aquela mensagem, a delicia que é mudar a voz quando falamos com o responsável pela nossa alegria matinal, responsável pela nossa vontade do beijo, do cheiro, da pele.
domingo, 1 de maio de 2011
Sou um Monstro.
Assim como todo tipo de sentimento, o amor, ouso dizer, é algo abstrato mas que deixa sequelas reais, concretas.
Já disse zilhões de vezes que não existe uma fórmula mágica para se viver uma felicidade plena no amor. É difícil conviver com o outro. Somos diferentes com sentimentos diferentes e vontades próprias. As vezes fazemos coisas inocentes mas que para o outro vai criando machucados que um belo dia descobrimos feridas incuráveis dentro da relação.
Muitas vezes também “eles” vão agindo naturalmente, mas pra gente vai causando um estrago tão grande que num momento de fúria colocamos pra fora coisas que não deveriam sair do jeito que saem. Mas aí já foi.
Sabe aquele momento que só de ouvir a voz do SR perfeito, sabe tudo, causa uma fúria daquelas? Ouvir mais uma vez que é ele que faz tudo pra que dê certo e que nunca lhe é dado valor? Aiai que raiva que dá.
Será que eu não contribuo em nada nessa relação? Se assim fosse porque estaríamos juntos então, pois, qualquer relacionamento (que não seja de um louco e sua plantinha) que eu saiba, tem que ter duas pessoas. Será que meu valor também não deveria ser notado?
Creio que até para reclamar a pessoa tem que fazer um esforço danado, então porque não o fazer para elogiar ou no máximo conversar sobre o que incomoda.
O duro é conversar e só ouvir as infindáveis vezes que eu não percebi o que fiz pra “ele”, as incontáveis vezes que não notei o esforço que “ele” fez pra me fazer um agrado ou das inúmeras situações que eu “o” humilhei.
Meu Deus, sou um monstro!
Já disse zilhões de vezes que não existe uma fórmula mágica para se viver uma felicidade plena no amor. É difícil conviver com o outro. Somos diferentes com sentimentos diferentes e vontades próprias. As vezes fazemos coisas inocentes mas que para o outro vai criando machucados que um belo dia descobrimos feridas incuráveis dentro da relação.
Muitas vezes também “eles” vão agindo naturalmente, mas pra gente vai causando um estrago tão grande que num momento de fúria colocamos pra fora coisas que não deveriam sair do jeito que saem. Mas aí já foi.
Sabe aquele momento que só de ouvir a voz do SR perfeito, sabe tudo, causa uma fúria daquelas? Ouvir mais uma vez que é ele que faz tudo pra que dê certo e que nunca lhe é dado valor? Aiai que raiva que dá.
Será que eu não contribuo em nada nessa relação? Se assim fosse porque estaríamos juntos então, pois, qualquer relacionamento (que não seja de um louco e sua plantinha) que eu saiba, tem que ter duas pessoas. Será que meu valor também não deveria ser notado?
Creio que até para reclamar a pessoa tem que fazer um esforço danado, então porque não o fazer para elogiar ou no máximo conversar sobre o que incomoda.
O duro é conversar e só ouvir as infindáveis vezes que eu não percebi o que fiz pra “ele”, as incontáveis vezes que não notei o esforço que “ele” fez pra me fazer um agrado ou das inúmeras situações que eu “o” humilhei.
Meu Deus, sou um monstro!
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